''Quem não bebe, é o estraga-prazeres'': álcool encontrou um velho aliado na Geração Z — a pressão social
Em apenas duas décadas, consumo regular de álcool caiu 60% entre jovens Apesar da queda, abstêmios ainda enfrentam estigma em contextos sociais.
Os jovens de 2026 bebem? Sim. Mas de forma diferente de como bebiam há duas, três ou quatro décadas. O consumo regular diminuiu e a maioria (57,9%) das pessoas entre 15 e 29 anos afirma beber álcool apenas esporadicamente ou tê-lo eliminado completamente de suas vidas. No entanto, isso não anula o outro lado da moeda: uma porcentagem considerável de jovens mantém o hábito, mais ou menos frequente, de beber e, sobretudo, persiste a pressão social que continua associando festas à embriaguez.
Pelo menos é o que revelam os estudos mais recentes.
Juventude e garrafas
A Geração Z está mudando sua relação com o álcool. A tendência não é nova, mas isso não significa que seja fácil de acompanhar: a mudança é tão multifacetada, com tantas nuances, e sobretudo, gerou tantas estatísticas, que é difícil resumi-la em conceitos claros.
O que é inegável, porém, é que, além da sua dimensão socio-sanitária, o fenômeno já influencia a forma como a Geração Z e a indústria das bebidas alcoólicas interagem, enfrentando o que provavelmente é o seu maior desafio: como atrair um público cada vez menos interessado na bebida.
Percentagem: 57,9%
O primeiro vislumbre que nos ajuda a compreender a tendência foi dado há alguns dias pela FAD Juventud num relatório sobre o assunto. Entre os muitos dados do documento, destaca-se um: a maioria dos inquiridos com idades entre os 15 e os 29 anos (57,9%) afirma não consumir álcool regularmente. Na verdade, essa porcentagem é a soma daqueles que bebem apenas algumas ... *Com informações Terra.







Comentários do Facebook